Desenvolvimento Profissional é muito mais que treinamento

May 19, 2017

 

Artigo publicado no Portal Mundo RH, onde o objetivo é alertar profissionais de RH e gestores para a importância do aumento de repertório nas ações de desenvolvimento para aumentar a efetividade deles, principalmente em tempos de redução de custos onde os investimentos precisam ser cirúrgicos.

 

RH precisa estar atento às diversas opções para desenvolver seus profissionais

Durante anos trabalhando em consultoria de RH ou em posições executivas de RH, sempre recebia a mesma demanda: “Preciso fazer um curso para me desenvolver”.

 

Às vezes, um curso pode ser a solução, principalmente em demandas de conhecimento técnico, mas, sem dúvida nenhuma, não é o único caminho de desenvolvimento. Cursos, muitas vezes são usados como premiação ou reconhecimento, visto que, os orçamentos para treinamentos, são sempre reduzidos.

 

Tanto gestores, como suas equipes, não são incentivados a buscar outras opções para desenvolvimento profissional e possuem pouco ou nenhum repertório alternativo para desenvolvimento.

 

O primeiro passo para um bom investimento de tempo e recurso, é definir as necessidades de desenvolvimento e seus objetivos. Não devem investir em ações sem um objetivo específico e sem estar atrelado a uma necessidade de negócio.

 

O segundo passo, é avaliar qual é a melhor forma de desenvolvimento. Neste caso, pode ser um treinamento, ou pode ser também uma ação on the job (executando o trabalho), que, muitas vezes, é mais efetiva do que um treinamento que não está alinhado à realidade das empresas ou com pouca aplicação prática.

 

Nestes casos eu sempre recomendo a pensar fora da caixa, como:

– participação em projetos locais ou globais (quando possível)

– criação de grupos de estudo/trabalho

– participação em entidades de classe – como câmaras de comércio, associação de profissionais, etc

– coaching, mentoring ou tutoria – cada um com seu objetivo

– leitura e discussão em grupo de livros, artigos e cases

– participação em comitês ou boards – conforme o nível hierárquico.

 

Independente do caminho escolhido, o fundamental é que a pessoa esteja engajada e seja protagonista do seu crescimento profissional, para que os investimentos realizados sejam sustentáveis e com um retorno significante para a organização.

 

Clique e acesse o artigo.

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